
Claro que eu não ando por aí procurando o amor, essas coisas que nem sei direito, mas vez em quando tropeço em “alguma coisa”, sem querer, do tipo que não sei explicar direito, mas quando acontece, eu idealizo também meio sem perceber, e quando percebo, já estou dentro de “mala e cuia”, e quando não me arrebento, desperto em tempo de perceber, que mais uma vez não era amor, não era nada... Era, talvez, uma carência dessas mal resolvidas que a gente inventa inconscientemente, para não ficar sozinha em certos momentos que a alma da gente soluça por uma companhia, por um acalanto para enxugar prantos antigos, histórias mal resolvidas, dessas que todo mundo tem na vida. Mas não faz mal nenhum quando a gente já sabe de “co e salteado”, como é o começo, meio e fim desses “tropeços”, que acontece quase sempre inesperadamente, eu já sei “tirar de letra”. Quando fico meio “tombada” depois de um “choque” desses, fico alguns dias “cambaleando” pelo meio da casa, mas quando a “coisa” não tem muito significado, não preciso de muito tempo para me refazer. Sou do tipo que bato a poeira rapidinho, e pronto, já era, tudo volta a ser como antes, e mais uma vez estou pronta para embarcar outra vez no desconhecido, no inesperado, no que vier, no que fizer meu coração bater “descompassadamente”, por que é só assim que sei dançar na roda gigante da vida. Não leio, e nem creio em “manual de instruções”, não tomo como base as experiências alheias, desconheço bulas para essas coisas que agente vive inventando, querendo, sem querer direito, e que quase sempre não funciona da forma que a gente imagina, sem querer. Mas não faz mal... Amar faz um bem danado, mesmo quando tudo dá errado. Ninguém nunca conseguiu descobrir a fórmula certa, se é que ela existe.
Rosângela Cunha
Menina linda,
ResponderExcluirEstamos numa correria só, tentando conciliar trabalho com viagem de amor, por isso, assim que chegarmos da lua de mel, o carinho de sempre vai ser cheio de felicidade e sem pressa.
Beijo bem grandão.
Rebeca
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